terça-feira, 31 de agosto de 2010

Batalha de Bateras 2010

O que é o “Batalha de Bateras”? É um concurso cultural realizado pela Orion Cymbals que atraí os melhores jovens talentos de bateria do país. O Batalha de Bateras está indo para sua 4ª edição no Brasil, fora a edição especial que ocorreu no Chile em Junho. O Batalha de Bateras 2010 ocorrerá em duas categorias: Juvenil e Infantil.
Concurso feito por duas fases:
1ª Fase – Através de vídeo enviado ao hot-site o músico pode ganhar a vaga para disputar a fase II do Batalha de Bateras 2010.
2ª Fase – Diretamente do Stand da Orion Cymbals na Expomusic os 16 melhores do Juvenil e 8 melhores do Infantil da fase classificatória

Onde e quando – Expomusic 2010
A Expomusic, Feira Internacional da Música, é a maior feira do segmento musical na América Latina. O encontro, realizado anualmente em São Paulo completa 26 anos, sendo considerada uma referência em negócios para fabricantes, importadores, distribuidores e músicos. Além do espaço reservado para os expositores de produtos ligados ao universo musical, tendo visitas de 10 mil pessoas por dia. A Orion Cymbals é sempre uma das mais aguardadas pela sua sala acústica com grandes shows e eventos: são 200 expositores com 16.000 m² de exposição, 52.000 visitantes e 3.257 músicos. A Fase dois será entre os dias 22 a 26 de Setembro no stand da Orion Cymbals.

Como conseguir o passaporte para o Batalha 2010?
Ter entre 07 a 19 anos de ambos os sexos
Estar matriculado em alguma instituição de aulas de bateria
Gravar um vídeo com no mínimo de 1 minuto e no máximo de 6 minutos e enviar para o hotsite do evento
Preencher todos os dados do cadastro do hotsite do Batalha de Bateras
Ser considerado músico amador
Serão 2 categorias, 16 classificados para o juvenil e 8 para o infantil.

Saiba mais no Hot Site da Campanha.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Surpresinha

O próximo a subir no palco d'OBaterista é ninguém menos que Aquiles Priester. Pra dar uma palhinha, ele permitiu que gravássemos a passagem de som do workshop de lançamento do DVD "The Infallible Reason of my Freak Drumming", realizado semana passada no EM&T Jabaquara.



Gosto de pensar que toda homenagem ao Rush é, por tabela, uma homenagem à homenagem que este site é àquele homem. Obrigado, Aquiles!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Encontro de Bateras

É hoje!
Bateras 100% Brasil, aquele groove coletivo e workshow de Daniel Oliveira (o baterista brasileiro chamado Daniel professor e especialista em Moeller preferido deste site!).


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Agenda

O comentário abaixo é do André Gonzales, e este site concorda com ele!

Anotem nas agendas!!!

The Swell Season
27/08 - HSBC Brasil - SP
Formado pelo irlandês Glen Hansard e pela tcheca Markéta Irglová, o duo folk recebeu o Oscar de Melhor Canção Original em 2008 por “Falling Slowly”, do filme Apenas Uma Vez. Além de músicas como “Low Rising”, “In These Arms” e “The Verbs”, o álbum traz três faixas-bônus da trilha do longa: a premiada “Falling Slowly”, “When Your Mind´s Made Up” e “Lies”. Mais informações aqui.

Chicago e America
26/09 - Ginásio do Ibirapuera - SP
Dois grandes nomes da música internacional vem ao Brasil, em setembro de 2010. Chicago, que vem ao Brasil pela primeira vez, se apresenta na mesma noite que o consagrado America.

O Chicago, ao longo da carreira, conquistou 22 discos de ouro, 18 de platina e 8 álbuns multi-platinum. O batera, desde 1990, é Tris Imboden.

A banda America tem em seu currículo mais de 20 álbuns lançados, dos quais 6 certificados com discos de ouro e platina. Eles vem ao Brasil com o baterista de longa data Willie Leacox.

Rush
08/10 - Morumbi - SP
A banda canadense Rush desembarca no Brasil em outubro para apresentações no Estádio do Morumbi, em São Paulo (dia 8), e na Praça da Apoteose, no Rio (dia 10). Os shows fazem parte da turnê Time Machine. O repertório vai contar com a execução do álbum "Moving pictures" na íntegra, além de sucessos e duas novas canções, "Caravan" e "BU2B". Formado por Geddy Lee (baixo, teclado e vocal), Alex Lifeson (guitarra) e Neil Peart (bateria), o Rush já vendeu mais de 40 milhões de discos e ficou mundialmente conhecido pelo virtuosismo.
De acordo com RIAA (Recording Industry Association of America), é o 3º grupo de rock que mais ganhou discos de ouro ou platina consecutivos, ficando atrás apenas dos Beatles e dos Rolling Stones. Além disso, também foram indicados ao Hall da Fama canadense em 1994.
O último álbum lançado pela banda, o 19º da carreira, é "Snakes & arrows" (2008), que chegou ao 3º lugar do Top 200 da Billboard.

Winger
17/10 - Carioca Club - SP
A produtora Free Pass Entretenimento confirmou a vinda da banda norte-americana Winger ao Brasil. Kip Winger, Reb Beach, Rod Morgenstein e John Roth farão 2 apresentações inéditas nos dias 16/10 no Hard Rock Café, no Rio de Janeiro/RJ, e 17/10 no Carioca Club, em São Paulo/SP. Os shows no Brasil fazem parte da turnê de divulgação do novo álbum "Karma".

Ai, meu bolso, hehehehehehe... ;)

Pato Fu começa turnê 2010

A turnê 2010 do Pato Fu acaba de começar, e a banda coloca na estrada seu novo projeto, "Música de Brinquedo". Os primeiros shows foram em 7 e 8 de agosto, no Rio, e a agenda segue em setembro, com shows em Belo Horizonte (4 e 5), Recife (10), São Paulo (17, 18 e 19) e Nova Lima (MG - 24 e 25). Mais informações no site da banda.

Mas o divertido é que o projeto foi todo gravado e é tocado em instrumentos de brinquedo. Abaixo, fotos do palco e do set que Xande Tamietti usa nos shows.

O palco: tudo de brinquedo!















Xande apertado atrás do set. Isso sim é tocar brincando!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Fim de semana

E tem mais: o guitarrista Maurício Fernandes lança seu CD solo "Do começo ao fim" neste sábado, 21/8, no EM&T Morumbi (Av. Guilherme Sumont Villares, 864), às 14h, e dia 26/8 no Guitar Player EM&T Festival em Santos (Av. Afonso Pena, 289). Nas duas ocasiões o batera é o grande Cristiano Lucas. No sábado o baixista é Ximba Uchyama, e dia 26 é Fábio Dubaixo.

Zimbo Trio

Neste sábado, dia 21/8, o Zimbo Trio se apresenta no Ao Vivo Music (R. Inhambú, 229). O baterista Rubinho Barsotti, ainda se recuperando de uma cirurgia, será substituído por Pércio Sápia, mas dará uma canja no show. No repertório, música instrumental brasileira da melhor qualidade, incluindo composições próprias e alguns standarts.

Pra esquentar, um pouco do Rubinho.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Vitor Lambert

Você conhece o baterista Vitor Lambert? Deveria. Ele desenvolve um trabalho muito interessante em São Paulo e gosta de lecionar. Ele acaba de reformular seu site e mantém um blog muito legal. Está tudo no link, mas também está na lista aqui do lado. Cola no cara!

Encontro de Bateras Agosto

Olha lá, povo!
Mais um Encontro de Bateras no Hangar 110.
E com workshow de Daniel Oliveira.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Ganhe par de baquetas de Carter Beauford

O site do fã-clube da Dave Matthews Band no Brasil está fazendo 10 anos on line e tem uma promoção pra dar baquetas autografadas pelo gigante em pessoa, mais o box Europe 2009 (com 3 CDs e 1 DVD). A promoção é bem legal: você precisa se cadastrar no site e tentar adivinhar qual os setlists dos shows de 20, 21, 23 e 35 de agosto deste ano, na Califórnia.

Mais informações, registro, regulamento e etc. estão aqui. Divirtam-se!!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Maguinho Alcântara no OBaterista.com

Maguinho é um dos mais solicitados bateristas brasileiros. Ele fala de seu trabalho autoral, de técnicas, de experiências e mostra muita musicalidade.

Gosta de samba-rock? Bruno Marques também, e ele está quebrando tudo.

André Gonzales fala sobre como aprender em tempos de muita informação e pouco conhecimento.

Mike Maeda encerra sua lição sobre drum'n'bass incluindo um vídeo de aplicação.

Éder Medeiros junta a independência toda em algo musical.

Pegue esse groove - 13

Mais uma análise de Gerson Lima Filho.
Isso sim é rock'n'roll!


quinta-feira, 12 de agosto de 2010

The Time Machine Tourbook

Este site foi concebido sob a inspiração de um solo de bateria - é claro - e sempre gosto de lembrar o motivo pelo qual comecei a tocar bateria, a escrever e ler sobre o instrumento e outros assuntos também. Meu herói é mais que um baterista, é um homem de letras. Por isso, transcrevo abaixo a tradução do texto que ele escreveu para o Tourbook deste ano. Espero que vocês se divirtam tanto quanto eu.

O Futuro Como Deveria Ter Sido
Por Neil Peart

"Passado, presente e futuro - todos se reúnem nessa fase da forma mais improvável.

A história começou em dezembro passado, quando nós três nos reunimos em Los Angeles com nosso co-produtor de Snakes & Arrows, Nick ("Booujzhe") Raskulinecz, para conversarmos sobre o próximo ano. De forma intencional, não discutimos quaisquer planos antes do encontro, apenas concordávamos que queríamos fazer algo juntos. Tínhamos várias opções possíveis à nossa frente, mas as contornaríamos para decidir em conjunto.

Havíamos gravado Snakes & Arrows no final de 2006 e começo de 2007 e saímos em turnê nos verões de 2007 e 2008, ficando um tempo fora em 2009. Até aqui, tudo normal. Agora a coisa típica a se fazer seria começar a compor músicas para prepararmos um álbum, para em seguida lançarmos uma turnê em 2011 ou algo assim. No entando, "álbuns" nesses dias são abstrações mais caras para os artistas do que para o público, e não parecia mais necessário seguir esse padrão corroído pelo tempo. "Crise é perigo e oportunidade", diz um velho ditado chinês, e estávamos bem animados em fazer as coisas de uma forma diferente.

Definitivamente queríamos trabalhar em algo novo, e falamos apenas em compor e gravar algumas músicas. Poderíamos seguir os desejos de nosso empresário, Ray, fazendo também uma pequena turnê em 2010. Geddy trouxe um projeto que há muito tempo o atraía, que consistia em juntarmos todas as nossas instrumentais dentro de um único álbum, talvez compondo uma nova canção para ir com elas.

"Talvez algo que fosse mais prolongado", ele disse, e meus ouvidos doeram na hora. Anos atrás, tivemos alcançada nossa cota de clones de obras longas, conceitos líricos e instrumentais (sempre lembrando o subtítulo de "La Villa Strangiato" de 1978, "An Exercise in Self Indulgence"), mas recentemente tendíamos a fazer nossas próprias canções, se não concisas, pelo menos mais compactadas. Assim, como exemplo, uma instrumental como "The Main Monkey Business" de Snakes & Arrows era extremamente complexa, mas trabalhamos com seus movimentos em apenas seis minutos, ao invés de nove ou dez.

Após essa sugestão, as engrenagens começaram a girar em minha cabeça. Agora que estávamos falando em fazer algo um pouco mais ambicioso musicalmente, me perguntava se não era a hora de pensar dessa maneira, em termos de letras e também de conceitos. O refrão de "Caravan" parece apropriado: "I can't stop thinking big".

Falei com os rapazes sobre uma idéia de um mundo imáginário sobre o qual havia me interessado recentemente, pensando em fazer um grande cenário, talvez para uma suite de canções que contaria uma história. Um gênero de ficção científica iniciado por alguns autores (incluindo meu amigo Kevin J. Anderson) veio a ser chamado de "steampunk," visto como uma reação contra futuristas "cyberpunk", com seus cenários desumanizados de alienação, com sociedades distópicas. Nossas próprias viagens anteriores para o futuro, "2112" e "Red Barchetta", haviam sido fixadas num tipo obscuro de imaginação, para efeitos dramáticos e alegóricos, mas eu estava pensando numa definição para steampunk como "o futuro como deveria ter sido" ou "o futuro visto do passado", conforme imaginado por Júlio Verne em 1866 por exemplo, quando ele escrevia suas 20000 Léguas Submarinas.

Quando tinha nove ou dez anos, meu pai levou meu irmão, minha irmã e eu para assistir esse filme numa matinê de sábado, e aquelas imagens sempre ficaram comigo. O poder destrutivo do terrível Nautilus tinha uma beleza monstruosa, contrastada com a opulência cultivada pelas instalações do Capitão Nemo e seu órgão de tubos maciço que ele tocava num louco êxtase. O capitão pode ter sido louco, mas era romântico, idealista, e sua loucura era apenas destruir navios de guerra porque sua amada família havia sido morta em tempos de guerra.

Os rapazes pareciam intrigados com o tema e em casa, no sul da Califórina, comecei a trabalhar numa história e letra nesse sentido, num mundo dirigido a vapor, relógios complicados e alquimia - "um mundo iluminado apenas pelo fogo" (título de uma história dos tempos medievais escrita por William Manchester). No começo de janeiro de 2010, estava pronto para enviar um monte de páginas com letras para Alex e Geddy em Toronto, e eles se reuniram no estúdio caseiro de Geddy, "brincando" e tocando para ver o que saia. Seus temperamentos individuais são perfeitos para essa abordagem - Alex, o improvisador consumado (você vai ouví-lo tocando sem compromisso no violão e fazendo algo grandioso, então perguntamos a ele, "Espere um pouco, o que era aquilo?", e ele vai te olhar e dizer, "Hum, não sei"), e Geddy o paciente editor e organizador, lidando com suas divagações em torno das melhores partes registradas, para depois costurá-las dentro de um arranjo. Ele também verifica minhas páginas com as letras buscando coisas que pareçam ir bem, para em seguida ajustar a música para se adequar, me enviando pedidos de alterações líricas que poderiam se ajustar melhor nas canções em crescimento.

No início de março nos reunimos na casa de Geddy em Toronto, e ouvimos cinco músicas que havíamos finalizado. Booujzhe também voltou ao quadro nesse momento, transmitindo suas opiniões e sugestões para o trabalho em andamento, e juntos decidimos nos concentrar em duas das canções, "Caravan" e "BU2B" (os rapazes acharam que meu título original "Brought Up to Believe" era muito pesado, então achei apropriado abreviá-la conforme ocorre em redes sociais modernas). Essas duas canções passaram a ser as duas primeiras peças de uma história projetada, agora entitulada Clockwork Angels.

Em abril voltei a Toronto por duas semanas, quando finalizamos os arranjos e quando comecei a trabalhar na bateria. Com referência a "complexidade resumida" mencionada anteriormente, é de salientar que levei três dias para aprender "Caravan", assim como ocorreu em "The Main Monkey Business". Tive que tocá-la várias vezes, "absorvendo" gradualmente suas saliências e rugosidades suavizando-as, e reclamava com meu técnico Gump sobre a tendência dos meus companheiros em adicionar batidas aleatórias aqui e ali, sempre que lhes convinha. "Queria que eles aprendessem a contar até quatro três vezes em uma linha!".

Então veio Booujzhe. Já expliquei antes que seu apelido veio de seu hábito de airdrummings escandalosos, "Blappada-blappada, dubba-dubba-dubba, rat-a-ta-tat, booujzhe." (Onomatopoeia, claro.)

Ele foi logo para ela novamente. No meio de "Caravan", há uma seção de ligação onde Geddy e Alex dão uma descida, para subir novemente, e eu ficava de fora nessa parte, apenas marcando entre eles. Nesses espaços, Booujzhe começou a fazer mímicas absurdas, chamando a atenção para toda forma de toms em tercetos cheios de agitação, para em seguida erguer tudo de volta novamente, a fim de acompanhar a guitarra e o baixo. Olhei para ele incrédulo. Ele me deu seu comentário habitual, "Ei, não iria perguntar se não achasse que você poderia fazer isso".

Geddy olhou por cima dos óculos dizendo secamente, "Ele quer fazer você famoso".

Eu concordei e toquei, e Booujzhe ficou todo animado. Tudo o que eu podia dizer era "Estou tão envergonhado!".

Como na parte final de "Far Cry", na qual Booujzhe havia me incentivado a fazer um solo a mais, era algo que eu jamais teria sugerido a mim mesmo, mas essa é uma das razões que nos faz gostar de ter um cara como ele próximo a nós para nos empurrar, nos encorajar, nos levando a fazer coisas malucas.

Então agora precisávamos de um estúdio onde poderíamos gravar corretamente essa nova canção. Parte dos danos colaterais do declínio da indústria da música têm sido encontrados em muitos estúdios que fecharam as portas, e o único com um bom espaço para a gravação da bateria em um curto espaço de tempo foi um em Nashville - Blackbird. No entanto, assim que preparamos as partes de bateria e baixo nos primeiros dois dias, passando para os overdubs e mixagens nos outros dez, ele provou ser um ótimo estúdio. Adoramos os resultados.

Durante todo esse tempo, voltando a janeiro, tivemos planejando também as sugestões de canções para ressucitar na turnê Time Machine, assim como o sonho de uma apresentação em um palco totalmente novo. Inspirados em artistas como Steely Dan e Todd Rundgren, que recentemente haviam tocado alguns de seus álbuns mais antigos em sua totalidade, sugeri que poderia ser legal fazer isso com o Moving Pictures - um de nossas trabalhos mais populares que nunca havia executado em sua totalidade, nunca tínhamos tocado "The Camera Eye" ao vivo. [Nota do Tradutor: "The Camera Eye" foi tocada ao vivo nas turnês Moving Pictures e Signals].

Outras turnês recentes nos deram mais liberdade na escolha das músicas. Depois de apresentar uma ampla restrospectiva na turnê R30 de 2004, sentimos que nos libertamos dessa "responsabilidade" na turnê Snakes & Arrows em 2007 e 2008, tocando mais canções novas. Dessa vez nos sentimos livre delas, e juntamente com a adição de duas novas canções, "Caravan" e "BU2B", mais o conjunto Moving Pictures, tentamos encontrar algumas antigas incomuns para ascender em nossa lista de músicas - para nós e para nossos fãs.

A máquina no tempo foi definida agora para o passado, presente e futuro.

Enquanto bolava as idéias da capa com Hugh Syme, para o lançamento das canções e turnê, Geddy trabalhava com seus colaboradores em Dale e Allan para os filmes no telão, recrutando Alex e eu como "atores" cômicos para prosseguir com nossa meta ao vivo a longo prazo: "Mais comédia, menos música".

Embora nunca parecemos sair do palco com "menos música", é verdade que com o passar dos anos temos tido mais risos".

A quem interessar: dia 8/10 estarei no show. Certeza! E todos que quiserem curtir o solo d'O Baterista a priori são bem-vindos!

Tributo a Bill Evans

Bill Evans era um músico intelectualizado, um profundo estudioso da música, mas isso não significa que sua música carecesse de swing - muito ao contrário. Pode-se dizer com certeza que Evans é um dos pianistas mais influentes do jazz, influência essa que pode ser percebida em Herbie Hancock, Chick Corea e Keith Jarrett.

O principal meio de expressão de Evans foram os trios, e uma característica importante foi sempre ter dado todo o espaço para os vôos de seus companheiros, estabelecendo com eles um verdadeiro diálogo. Por isso é justo mencionar os excelentes executantes que o acompanharam: no contrabaixo, Scott LaFaro, Chuck Israels, Gary Peacock, Teddy Kotick, Monty Budwig, Eddie Gomez e Marc Johnson. Na bateria, Paul Motian, Larry Bunker, Arnie Wise, Joe Hunt, Philly Joe Jones, Shelly Manne, Jack DeJohnette, John Dentz, Marty Morell, Eliot Zigmund e Joe LaBarbera.

Sabendo disso, fica mais interessante acompanhar o tributo que Dario Galante (piano), Bruno Migliari (contrabaixo) e Roberto Rutigliano (bateria) fazem ao grande pianista amanhã, 13/8, no Centro Cultural Brasil Austrália (R. Conde de Lages, 19, Rio de Janeiro). Imperdível!

(Fonte: E-Jazz)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Sincrônica no MuBE

O Projeto Músicas Alternativas, que acontece no MuBE (Av. Europa, 218, São Paulo), apresenta hoje a banda Sincrônica, com Adriano Radael na bateria, a partir das 21h. Serão apresentadas músicas do primeiro CD, "Música para os Olhos" (2004), e as composições do segundo CD, “Genpuku”, que será lançado em Novembro. Os temas instrumentais desse novo álbum revelam o amadurecimento da banda (Genpuku é um rito de passagem dos samurais da infância para a fase adulta) e definem a consolidação de um estilo muito próprio, no qual a fusão de gêneros determina o conceito e a peculiaridade da banda.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Novo site na área

Olha lá, povo: o batera pernambucano Bruno Fonseca acaba de colocar no ar o blog Mundo da Bateria. Ele vai encher a rede com novidades da bateria do Nordeste, do Brasil e do Mundo, e já está ali do lado, na nossa lista de links.
Bem-vindo, Bruno, e vamos quebrar tudo!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Hoje!

Em rara aparição no circuito paulistano, o guitarrista gaúcho Sólon Fishbone apresenta repertório com composições de carreira, enfatizando seu mais recente álbum. Com Fernando Peters (baixo), Cristiano Bertollucci (bateria) e João Maldonado (teclados).

Hoje, no SESC Vila Mariana, a partir das 20:30.

Shows nesta sexta

Soul e Funk

Leandro Maciel toca neste sábado no Coobee (Av. Jucelino Kubitscheck, 165) com o projeto music4U2B. O grupo resgata classicos do soul e funk com colagens sonoras e visuais de época feitas a partir de vídeos do YouTube. Com Fernando Savaglia no baixo, Tom Neto no vocal e Ricardo nas guitarras.


Michel Leme

O virtuose da guitarra e do bom humor toca sempre com bons bateristas. Hoje, 6/8, às 20h, ele faz a Oficina Alternativa, na R. Dr. Nelson Pizzotti Mendes, 67, acompanhado de Bruno Migotto no baixo e dos bateristas Wagner Vasconcelos e Bruno Tessele.


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Um novo musical estréia em São Paulo: "Bixiga - Um Musical na Contra-mão" traz composições de Nelson Ayres, Miguel Briamonte, Rodrigo Morti e Ruriá Duprat. Para tocar os arranjos, nada menos que a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, com Leandro Lui na bateria.

O espetáculo fica em cartaz de 13/8 a 31/10, de sexta a domingo, no Teatro Sergio Cardoso. Mais informações no site ou pelo telefone (11) 3288-0136.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Paulinho Vicente no OBaterista.com

=> A arte de tocar em grupos grandes foi absorvida por Paulinho Vicente e é posta à prova o tempo todo na Reteté Big Band e na Banda da Patroa.
=> Adriano Radael toca pra dançar e pra ouvir.
=> Você sabe o que é uma hemíola? Sergio Gomes explica.
=> Mike Maeda continua sua análise de levadas do drum'n'bass.
=> Éder Medeiros: desafios pra quem gosta de independência.
=> André Gonzales pensa sobre os conceitos da bateria: se os ídolos importam em nossas formações, é hora de perguntar: quem são os nossos ídolos?


www.OBaterista.com
Aqui o Baterista fala de verdade.

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